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Câmara nega cassar vereador preso por suspeita de tráfico

 

                                  

Os vereadores votavam pela cassação sob acusação do vereador Roberto se ausentar das sessões no período em que estava preso.

Ao todo foram 8 sessões, segundo o parlamento, só é cabível a falta justificada em casos de doenças comprovadas, licença ou missão autorizada pela Casa ou afastamentos previstos legalmente e deferidos antes das ausências.

Durante sua defesa o advogado Ocimar Carneiro de Campos alegou  Incompetência da Câmara para Julgar Crime, 

Mesmo que existissem provas, a defesa foi direta: a Câmara Municipal não tem competência para julgar crimes.

Quem julga  é o Poder Judiciário. Se os vereadores votassem pela cassação motivados pela acusação criminal, estariam fazendo o papel de juízes sem toga, sem processo penal, sem provas e sem legitimidade.

A defesa ainda pediu não pela absolvição imediata, mais pelo saneamento do processo, com quatro medidas concretas:

* Realizar o sorteio correto da Comissão Processante
* Excluir o Vereador Vitinho por impedimento absoluto
* Notificar formalmente o advogado de todos os atos
* Reiniciar o processo de forma limpa, justa e sem vícios

Com o placar em 5 votos a favor da cassação x 4 contra, faltando apenas um voto para definir o resultado, o Vice-Presidente João Teixeira de Souza declarou publicamente estar inseguro com os argumentos apresentados pela defesa e anunciou que mudaria seu voto, não votando pela cassação.

Segundo o advogado Dr Ocimar Campos o processo se Reinicia forma limpa, justa e sem vícios

“se após processo correto a cassação for confirmada, a defesa e o vereador respeitarão a decisão. Mas votar pela cassação com o processo contaminado não seria justo.”

Fonte:Notícias Verdade MT – Não é só notícia, é verdade!  Read More 

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